Plano de Saúde: O que você precisa saber para contratar?

Sabe, quando a gente pensa em cuidar da saúde, a primeira coisa que vem à mente é o médico, os exames, talvez até uma dieta nova. Mas e a parte burocrática? Aquela que garante que, se algo mais sério acontecer, você terá o suporte necessário sem ter que vender um rim para pagar a conta? Pois é, estou falando do Plano de Saúde. E, convenhamos, o processo de contratar um convênio médico pode ser um verdadeiro labirinto de dúvidas.

É um momento que, muitas vezes, nos deixa de cabelo em pé. São tantas opções, termos técnicos, letrinhas miúdas… A gente se sente perdido, sem saber por onde começar. E é exatamente por isso que a orientação de um especialista faz toda a diferença. Ele não só esclarece as regras, mas também desfaz qualquer mal-entendido, garantindo que você saiba, sobre o Plano de Saúde, o que realmente precisa para contratar. Afinal, ninguém quer ter surpresas desagradáveis na hora que mais precisa, certo?

Todos os pontos que serão avaliados, para que a contratação do seu Plano de Saúde seja efetiva, devem ser baseados nas suas necessidades. Não adianta contratar o plano mais barato se ele não te atende, ou o mais caro se você não vai usar nem metade do que ele oferece. É preciso um olhar atento e personalizado.

Na FT Corretora de Seguros, por exemplo, a gente faz um levantamento detalhado do perfil de cada cliente. É como montar um quebra-cabeça, peça por peça, para que possamos indicar o plano que melhor se encaixa nas suas demandas. A gente não vende um produto, a gente oferece uma solução.

Neste artigo, quero te guiar por alguns pré-requisitos importantes para a contratação da sua assistência médica. Prepare-se para desmistificar o Plano de Saúde e fazer uma escolha consciente.

1. Procure por um especialista em Planos de Saúde: O seu guia nessa jornada

O primeiro passo, e talvez o mais crucial, é não tentar desvendar esse universo sozinho. Contar com o assessoramento de um profissional especializado no assunto de planos de saúde é como ter um mapa em uma floresta densa. Ele conhece os atalhos, os perigos e o melhor caminho para o seu destino.

E para isso, uma corretora de seguros devidamente cadastrada na SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) é a sua garantia de segurança e tranquilidade em todo o processo de contratação. A SUSEP é o órgão que fiscaliza e regulamenta o mercado de seguros no Brasil, então, ter essa chancela é um selo de confiança.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado, a FT Corretora de Seguros é um exemplo de empresa especialista em planos de saúde. Nossa equipe é composta por profissionais habilitados pelos órgãos normativos e fiscalizadores da nossa atividade. Nossos processos são pautados pela ética e transparência. Não é só sobre vender, é sobre construir um relacionamento de confiança e oferecer a melhor solução para você e sua família.

2. Defina o tipo de contratação do Plano de Saúde: Pessoal ou Empresarial?

Depois de encontrar o seu guia, o próximo requisito é definir a forma de contratação do seu convênio médico. Será um Plano de Saúde pessoal ou empresarial? Essa escolha impacta diretamente nas opções disponíveis e, claro, no seu bolso.

Plano Pessoal ou Individual: Essa modalidade é voltada para as pessoas físicas, em geral. A contratação é realizada por meio do seu CPF, o que significa que autônomos, estudantes, profissionais CLT que não têm acesso a um plano empresarial, ou até mesmo quem já tem um plano e quer manter a individualidade, podem aderir.

Geralmente, os planos de saúde individuais oferecem coberturas mais regionais e opções mais restritas de hospitais e clínicas de laboratórios médicos. É uma opção mais focada em quem tem uma rotina mais estável em uma única localidade. Uma observação importante aqui: na maioria dos casos, não há possibilidade de incluir dependentes no plano de saúde pessoal. É um plano para “eu e somente eu”.

Plano de Saúde Empresarial: Diferentemente do plano de saúde pessoal, nesse modelo de assistência médica, a contratação é realizada com o CNPJ, independente da categoria da empresa: MEI, pequena, média ou grande porte. É uma excelente opção para quem tem um negócio, mesmo que seja pequeno.

Para a aquisição do Plano de Saúde empresarial, quando a categoria for MEI, o CNPJ precisa estar ativo há mais de 180 dias na Receita Federal. E na maioria dos planos, há a exigência na formação de grupos de segurados com no mínimo 2 ou 3 pessoas. Isso é para garantir a viabilidade do plano para a operadora.

Uma vantagem expressiva no convênio empresarial é que ele costuma oferecer um valor mais acessível ao beneficiário por se tratar de uma contratação coletiva. As operadoras conseguem diluir os riscos entre um número maior de pessoas, o que se traduz em mensalidades mais em conta. É uma forma inteligente de ter acesso a uma cobertura de qualidade por um preço mais justo.

3. Determine a abrangência da rede de atendimento: Regional ou Nacional?

Depois de definir a forma de contratação do seu Plano de Saúde, é hora de pensar na área de cobertura. Será regional ou nacional? Esse é um ponto crucial a ser observado e levado em consideração, especialmente se você é uma pessoa que não para quieta.

Se você viaja muito, seja a trabalho ou a lazer, o prudente é optar por uma cobertura de convênio médico nacional. Imagina estar em outra cidade, ter uma emergência e descobrir que seu plano não cobre? Seria um pesadelo! A cobertura nacional atende em todo o território brasileiro e, em algumas operadoras, tem até a possibilidade de atendimento internacional. Mas, é bom estar ciente que quanto maior for a cobertura, maior será o investimento na mensalidade do convênio médico. É um custo-benefício que precisa ser avaliado.

Caso essa não seja a sua necessidade, e você tenha uma rotina mais fixa, a cobertura regional pode ser perfeitamente adequada para o seu perfil. Nela, a rede de atendimento está localizada na cidade de residência do contratante e em municípios específicos da região. É uma opção mais econômica e que atende muito bem quem não se desloca com frequência.

4. Estabeleça o tipo de cobertura do Plano de Saúde: Hospitalar, Ambulatorial ou Completa?

Aqui entramos em um ponto que gera bastante dúvida: o tipo de cobertura. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que é a responsável pela regulação dos planos privados de saúde no Brasil, determina quais são as coberturas mínimas que um Plano de Saúde deve possuir.

A relação com todos os procedimentos obrigatoriamente cobertos pelos convênios médicos está listada no famoso “rol de procedimentos e eventos de saúde”. É um documento extenso, mas que garante que você terá acesso ao essencial.

Com base nisso, as operadoras de saúde oferecem em seu portfólio diferentes tipos de coberturas de Plano de Saúde: só hospitalar, só ambulatorial ou hospitalar e ambulatorial juntas (a cobertura completa).

Nessa fase, é importante pontuar a sua real demanda de uso. Uma forma de iniciar o processo de decisão é começar o questionamento pela categoria mais completa: existe a necessidade de cobertura hospitalar e ambulatorial?

A cobertura hospitalar e ambulatorial abrange o oferecimento de todo o rol de procedimentos e eventos determinados pela ANS. Isso significa que você terá acesso a consultas, exames, internações, cirurgias, terapias… Enfim, tudo o que está previsto no rol. Então, quanto maior a cobertura, maior será o investimento mensal no Plano de Saúde.

É possível optar (apenas) pela cobertura hospitalar, o que garante todos os procedimentos hospitalares ocorridos somente dentro de uma internação: atendimento de urgência, internações, emergência e exames laboratoriais durante a internação. Ou seja, se você precisar de uma consulta de rotina ou um exame simples, não estará coberto.

Já a cobertura ambulatorial assegura ao beneficiário a assistência médica ambulatorial: cobertura com tratamentos, consultas e exames realizados em clínicas ou ambulatórios. Diferentemente da cobertura hospitalar, a cobertura ambulatorial não prevê procedimentos e internações de alta complexidade. É ideal para quem busca um suporte para o dia a dia, mas sem a proteção para grandes eventos.

A escolha aqui depende muito do seu histórico de saúde, da sua idade, do seu estilo de vida e, claro, do seu orçamento.

5. O Plano de Saúde será com ou sem Coparticipação?

Essa é uma pergunta que tem se tornado cada vez mais comum. O Plano de Saúde com coparticipação possui um investimento menor na mensalidade. A “pegadinha” (que não é pegadinha, é regra clara) é que em cada atendimento ou procedimento (exames, consultas, internações) será cobrado do segurado uma taxa extra como participação nestes gastos.

No Plano de Saúde sem coparticipação, o investimento do segurado será maior nas mensalidades, pois esse valor será responsável exclusivamente pelo pagamento dos procedimentos que forem utilizados. Nessa situação, não haverá cobrança de taxa extra.

Uma observação importante a se fazer, com relação a optar pelo Plano de Saúde com coparticipação ou não, é a frequência na utilização do convênio médico. Pense bem: você tem alguma doença preexistente, necessitando de acompanhamentos e terapias de rotina? Em uma circunstância como essa, optar pelo plano de saúde com coparticipação poderá tornar as mensalidades com valores mais expressivos do que o convênio médico sem coparticipação, pois a soma das taxas extras pode superar a economia na mensalidade.

É uma balança que precisa ser pesada com cuidado. Se você usa o plano com muita frequência, a coparticipação pode sair mais cara no final das contas. Se usa pouco, pode ser uma boa economia.

6. Há preferência por uma rede de atendimento, hospitais e acomodações?

Quando a gente se vê em um imprevisto relacionado à saúde, ter a possibilidade de contar com atendimento imediato, boa infraestrutura, equipe qualificada e uma acomodação segura e confortável traz um alento enorme. É um momento de vulnerabilidade, e o conforto faz toda a diferença.

Entre as escolhas para a contratação do Plano de Saúde, é possível escolher pela rede de atendimento e pelo tipo de acomodação:

Rede própria: Nessa situação, o Plano de Saúde tem a sua própria rede para oferecer os atendimentos laboratoriais, hospitalares e de imagens. Por utilizar de sua estrutura, os valores nos procedimentos médicos são menores, o que possibilita ao beneficiário um investimento menor nas mensalidades da assistência médica. É como ter um “clube” de saúde exclusivo.

Rede credenciada: Conhecida também como rede referenciada, nessa situação ocorre um contrato entre a operadora do Plano de Saúde e prestadores de serviços que atenderão os segurados do convênio médico. Na rede credenciada, seu principal benefício é a abrangência da rede de atendimento, tanto para cobertura regional quanto para a nacional. É possível ter acesso a referências renomadas em atendimentos médicos, como por exemplo, na cobertura nacional, o famoso Hospital Sírio-Libanês.

Acomodação enfermaria: Trata-se de um quarto para uso coletivo, com apenas um banheiro para ser compartilhado entre os pacientes internados. É a opção mais básica e, consequentemente, mais econômica.

Acomodação apartamento: Aqui, no caso de uma internação, o segurado tem direito a um quarto só para ele, com banheiro privativo e uma grade de visita com horários mais estendidos. É o conforto e a privacidade que muitos buscam em um momento delicado.

Com todas estas informações listadas, você terá um panorama completo e, assim, a escolha do Plano de Saúde, tanto para você quanto para sua empresa, será bem mais efetiva. Não é uma decisão que se toma no impulso, mas sim com base em dados e nas suas reais necessidades.

A FT Corretora de Seguros compreende a complexidade das informações e detalhamentos dos serviços na contratação do Plano de Saúde. Nossa equipe possui capacidade técnica no assunto, propriedade para esclarecer qualquer questionamento e direcionar para a sua melhor escolha de assistência médica.

Entre em contato, estamos prontos para esclarecer as suas dúvidas e te ajudar a encontrar o Plano de Saúde ideal para você!

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